{"id":26533,"date":"2021-03-02T14:36:21","date_gmt":"2021-03-02T18:36:21","guid":{"rendered":"https:\/\/cpaq.ufms.br\/?p=26533"},"modified":"2021-03-02T20:56:29","modified_gmt":"2021-03-03T00:56:29","slug":"estudo-indica-que-estado-de-ms-teve-crescimento-economico-medio-de-95-ao-ano-desde-2003-leia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cpaq.ufms.br\/en\/estudo-indica-que-estado-de-ms-teve-crescimento-economico-medio-de-95-ao-ano-desde-2003-leia\/","title":{"rendered":"Estudo indica que estado de MS teve crescimento econ\u00f4mico m\u00e9dio de 9,5% ao ano desde 2003; leia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">O estado de Mato Grosso do Sul, bem como toda a regi\u00e3o Centro-Oeste do Brasil, tem um not\u00f3rio destaque econ\u00f4mico centrado no setor pecu\u00e1rio e em sua cultura de gr\u00e3os. Contudo, nos \u00faltimos anos, a composi\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do estado sofreu altera\u00e7\u00f5es significativas. Partindo dessa premissa, um pesquisador da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), Campus de Aquidauana, em parceria com professores da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), desenvolveu um estudo para avaliar o dinamismo econ\u00f4mico e as transforma\u00e7\u00f5es produtivas do estado de MS desde 2003.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O estudo, intitulado \u201cO dinamismo econ\u00f4mico e produtivo do estado de Mato Grosso do Sul p\u00f3s-2003: as transforma\u00e7\u00f5es produtivas das mesorregi\u00f5es\u201d, teve como objetivo analisar os principais elementos que culminaram nas recentes altera\u00e7\u00f5es da din\u00e2mica econ\u00f4mica do MS.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Coordenador da pesquisa, o professor Fernando Rodrigo Farias (UFMS\/CPAQ) contou como o estudo foi desenvolvido. \u201cNossa pesquisa partiu da an\u00e1lise tanto de estudos que j\u00e1 exploraram a forma\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica do estado, quanto de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), do Minist\u00e9rio da Economia, Industria e Com\u00e9rcio Exterior (MEIC), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) e da Secretaria Estadual de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (SEMADE). Propomos um diagn\u00f3stico sobre as principais altera\u00e7\u00f5es geoecon\u00f4micas do estado do MS nas \u00faltimas d\u00e9cadas, assim como a natureza de distribui\u00e7\u00e3o da riqueza produzida pelos diferentes setores econ\u00f4micos\u201d, disse o pesquisador.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Sobre os resultados obtidos no estudo, Fernando conta que os dados apontam para uma mudan\u00e7a no foco de desenvolvimento econ\u00f4mico do estado. \u201cA altera\u00e7\u00e3o da matriz produtiva do estado \u00e9 resultado tanto de processos de expans\u00e3o e amadurecimento ocorridos, quanto da reorganiza\u00e7\u00e3o da estrutura produtiva do estado, com investimentos estatais em setores como ind\u00fastria, infraestrutura e log\u00edstica. Destaca-se o desenvolvimento industrial como respons\u00e1vel por parte significativa dessa matriz produtiva, sendo as principais raz\u00f5es para esse desenvolvimento o aumento da demanda interna (raz\u00e3o end\u00f3gena) e o aumento da rela\u00e7\u00e3o do estado do MS com o mundo (raz\u00e3o ex\u00f3gena), sobretudo com a China\u201d, afirmou o docente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Al\u00e9m disso, Fernando tamb\u00e9m destaca o mercado exportador do estado. \u201cTivemos expans\u00e3o na exporta\u00e7\u00e3o ap\u00f3s meados da d\u00e9cada de 2000, com aumento gradativo do percentual exportado de bens intermedi\u00e1rios (n\u00edvel 2) e de bens de consumo (n\u00edvel 3), com maior \u00edndice tecnol\u00f3gico incorporado. A partir de 2013, o super\u00e1vit comercial dessas exporta\u00e7\u00f5es tornou-se positivo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s importa\u00e7\u00f5es, provavelmente em virtude dos efeitos do investimento em infraestrutura e ind\u00fastria ocorridos a partir de 2005\u201d, finalizou o docente.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">A pesquisa teve in\u00edcio em dezembro de 2016 e foi elaborada pelos professores Fernando Rodrigo Farias (UFMS), Carlos Jos\u00e9 Esp\u00edndola (UFSC) e Roberto C\u00e9sar Cunha (UFSC).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O artigo com a pesquisa completa foi publicado pela Revista Caminhos de Geografia, da Universidade Federal de Uberl\u00e2ndia (UFU). <strong>Acesse o texto completo<\/strong> <a href=\"http:\/\/www.seer.ufu.br\/index.php\/caminhosdegeografia\/article\/view\/54046\">aqui<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Para saber mais sobre o estudo, entre em contato diretamente com o professor Fernando, pelo e-mail <a href=\"fernando.rodrigo@ufms.br\">fernando.rodrigo@ufms.br<\/a>.<\/p>\n<p>Texto: Jo\u00e3o Doarth<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O estado de Mato Grosso do Sul, bem como toda a regi\u00e3o Centro-Oeste do Brasil, tem um not\u00f3rio destaque econ\u00f4mico centrado no setor pecu\u00e1rio e em sua cultura de gr\u00e3os. 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