{"id":26254,"date":"2021-01-19T15:22:08","date_gmt":"2021-01-19T19:22:08","guid":{"rendered":"https:\/\/cpaq.ufms.br\/?p=26254"},"modified":"2021-01-19T15:30:25","modified_gmt":"2021-01-19T19:30:25","slug":"pesquisadores-analisam-a-evolucao-da-relacao-economica-de-mato-grosso-do-sul-com-a-china-leia-o-artigo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/cpaq.ufms.br\/en\/pesquisadores-analisam-a-evolucao-da-relacao-economica-de-mato-grosso-do-sul-com-a-china-leia-o-artigo\/","title":{"rendered":"Pesquisadores analisam a evolu\u00e7\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica de Mato Grosso do Sul com a China; leia"},"content":{"rendered":"<p style=\"text-align: justify\">Brinquedos, bijuterias e objetos de pl\u00e1stico. Quando se fala em importa\u00e7\u00f5es da China, muitos se lembram primeiramente desses produtos. No entanto, o cen\u00e1rio mudou bastante nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas. \u00c9 o que analisam dois pesquisadores do Campus de Aquidauana da UFMS.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os Professores Doutores Fernando Rodrigo Farias e Andr\u00e9 Luiz de Carvalho, ambos do curso de Geografia, acabam de publicar um dos resultados de sua pesquisa, por meio de um artigo intitulado \u201cConsidera\u00e7\u00f5es sobre a din\u00e2mica das rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas de Mato Grosso do Sul com a China: 1997 a 2019\u201d. A pesquisa teve in\u00edcio em 15 de abril de 2020 e durar\u00e1 tr\u00eas anos.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O objetivo dos docentes foi analisar a evolu\u00e7\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es comerciais entre o estado de Mato Grosso do Sul e a China, uma grande pot\u00eancia emergente em expans\u00e3o, entre os anos de 1997 e 2019, bem como a densidade tecnol\u00f3gica (grau de incorpora\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica) dos produtos exportados pela ind\u00fastria sul-mato-grossense, al\u00e9m daqueles importados da China.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Segundo os professores Fernando e Andr\u00e9 Luiz, a an\u00e1lise foi baseada em importantes bancos de dados oficiais. \u201cUtilizamos principalmente os relat\u00f3rios estat\u00edsticos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) e os relat\u00f3rios t\u00e9cnicos do Minist\u00e9rio da Economia e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES). Em seguida, analisamos os dados de importa\u00e7\u00f5es e exporta\u00e7\u00f5es de todos os 79 munic\u00edpios do estado\u201d, disseram os docentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Fernando e Andr\u00e9 Luiz contam que a pesquisa \u00e9 importante, porque \u00e9 parte j\u00e1 avan\u00e7ada de um projeto maior, denominado \u201cA din\u00e2mica do mercado externo dos principais munic\u00edpios de Mato Grosso do Sul\u201d. Os pesquisadores destacam: \u201centender a rela\u00e7\u00e3o do estado com a China \u00e9 essencial para analisar a import\u00e2ncia da China no mercado exportador de Mato Grosso do Sul e tornar vis\u00edveis algumas especificidades da balan\u00e7a comercial (importa\u00e7\u00e3o\/exporta\u00e7\u00e3o) de Mato Grosso do Sul com a China. Tentamos ir al\u00e9m dos elementos quantitativos e qualitativos dessa rela\u00e7\u00e3o, ligados aos grandes grupos da pauta do seu mercado externo, como soja, celulose, carne e min\u00e9rios\u201d, contaram os pesquisadores.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Os pesquisadores observaram um movimento surpreendente de altera\u00e7\u00e3o da complexidade dos produtos importados da China. \u201cEm 1997, o percentual do volume importado da China foi de 0,26% do total das importa\u00e7\u00f5es. Grande parte referia-se a brinquedos, bijuterias, objetos de pl\u00e1stico, artigos de higiene e limpeza (como vassouras) e objetos de borracha. Quando analisamos as importa\u00e7\u00f5es referentes ao ano de 2019, al\u00e9m de representar 19,71% do volume total importado, percebe-se a presen\u00e7a de produtos de maior incorpora\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, como veios de transmiss\u00e3o para motores, partes de m\u00e1quinas ou de aparelhos, motores e geradores el\u00e9tricos, transformadores el\u00e9tricos, fornos el\u00e9tricos industriais ou de laborat\u00f3rio, aparelhos receptores de televis\u00e3o, aparelhos para interrup\u00e7\u00e3o, seccionamento, prote\u00e7\u00e3o, deriva\u00e7\u00e3o, liga\u00e7\u00e3o ou conex\u00e3o de circuitos el\u00e9tricos e aparelhos de raios X\u201d, explicaram os docentes.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">O artigo completo pode ser lido na Revista Geosul, um peri\u00f3dico criado em 1986, de \u00e2mbito nacional e organizado pelo Centro de Filosofia e Ci\u00eancias Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Leia o artigo completo: <a href=\"https:\/\/periodicos.ufsc.br\/index.php\/geosul\/article\/view\/77556\">https:\/\/periodicos.ufsc.br\/index.php\/geosul\/article\/view\/77556<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\">Mais informa\u00e7\u00f5es sobre a pesquisa podem ser obtidas diretamente com seus autores, pelos e-mails <a href=\"mailto:fernando.rodrigo@ufms.br\">fernando.rodrigo@ufms.br<\/a> e <a href=\"mailto:andre.luiz-carvalho@ufms.br\">andre.luiz-carvalho@ufms.br<\/a>.<\/p>\n<p style=\"text-align: justify\"><em>Texto: Jo\u00e3o Doarth<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Brinquedos, bijuterias e objetos de pl\u00e1stico. 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